GABRIEL DE SOUSA

Nascido em Lisboa em 28 de Novembro de 1938, encetou a sua vida profissional aos 15 anos, frequentando simultaneamente, à noite, um Curso Comercial. Cedo se afirmou, no entanto, como autodidacta, aprendendo sobretudo com a sua vivência e tirando partido do seu imenso gosto pela leitura. Intensa vida associativa, jornalística e cultural, sobretudo nos anos 1970. Antes, em 1958, com as eleições “de Humberto Delgado” e, mais tarde, a partir dos anos 1960, com as guerras coloniais, abrira os olhos para a vida política. Em 1974, desabrochou para a actividade política e sindical, que viveu intensamente. Director do Ateneu Comercial de Lisboa, durante vários anos, coube-lhe o pelouro Cultural e a Chefia da Redacção do jornal do clube. A partir dos anos 1990, em virtude de responsabilidades assumidas na sua actividade profissional, no Aeroporto de Lisboa, cessou praticamente a actividade cultural, que só veio a recomeçar quando da passagem à situação de reformado (Dezembro de 2000). Condecorado pelo Governo Francês com a Medalha de Honra do TrabalhoGrand Or”. Colaboração dispersa por mais de dez jornais e revistas (1957/2005) e, mais recentemente, em sites da Internet (Portugal, Brasil e França). Cerca de 160 trabalhos premiados em Jogos Florais e outros certames literários em Portugal e no Brasil, sobretudo a partir de 2001 (Crónicas, Artigos, Cartas, Poemas e Contos). Incluído em diversas antologias e autor de vários livros de que se salientam os seguintes: Rebobinar a Vida..., Papel Virtual Editora, Rio de Janeiro, Brasil, 2004; Espelhos Imaginários (contos), Usina de Letras, Brasília, Brasil, 2008; Escriba Ocasional, Usina de Letras, Rio de Janeiro, Brasil, 2012; e Terapia para a Crise, Edições Vieira da Silva, Lisboa, Portugal, 2014.

OBRAS