Um dos nossos maiores poetas de sempre. Com uma obra escassa, o seu génio avassalador e a sua originalidade marcante afirmaram-se com vigor e influenciaram muitos poetas posteriores, do mesmo modo que, mais de um século após a sua morte precoce, continuam a atrair todo o tipo de amantes de poesia.
1890: Nasce a 19 de Maio, em Lisboa, na Rua da Conceição.
1892: Morre a 11 de Dezembro a sua mãe, de febre tifóide, com apenas 23 anos.
1894: O pai deixa a casa na Rua da Conceição e anda em viagem a maior parte do tempo. Vai viver com os avós paternos. É criado pela ama Maria da Encarnação.
1902: Começa a escrever poesia.
1905: Redige e imprime o jornal satírico «O Chinó». Uma peça sua, «O Vencido», é levada à cena. Continua a escrever poesia.
1912: É levada à cena a peça «Amizade». Publica o livro de novelas «Princípio». Conhece Fernando Pessoa. Vai para Paris em meados de Outubro com intenção de estudar direito na Sorbonne, mas rapidamente deixa de frequentar as aulas. Início da correspondência com Fernando Pessoa. Inicia uma vida de boémia em Paris.
1914: Colaboração com Fernando Pessoa e outros, para o lançamento de uma nova revista literária, cujo nome seria «Lusitânia» (a futura revista «Orpheu»).
1915: Sai em Abril o primeiro número da revista literária «Orpheu», de que é um dos directores. Mantém a correspondência intensa com Fernando Pessoa.
1916: Conhece num cabaré de Paris uma mulher, por quem se apaixona. A sua instabilidade psicológica agrava-se. Suicida-se a 26 de Abril de 1916, em Paris, num quarto do Hotel de Nice, com vários frascos de arseniato de estricnina. Foi sepultado a 29 de Abril no Cemitério de Pantin, tendo-se perdido a campa em 1949.
Obras deste autor:


