«As Farpas. Obra Completa» de Ramalho Ortigão (5 volumes, 2.224 pp).
Reprodução integral, com atualização ortográfica e revisão do texto, da primeira edição d’As Farpas em livro, organizada pelo autor e publicada entre 1887 e 1890, e do volume intitulado Últimas Farpas, publicado em 1916.
Já sem o contributo de Eça de Queiroz, Ramalho Ortigão, de 1872 a 1883, assume a solo a responsabilidade pelos escritos que As Farpas, genial empreendimento cívico e literário, foram acolhendo.
Após a implantação da República, entre 1911 e 1914, Ramalho faria renascer a análise sábia e a crítica robusta, sempre pontilhadas pela sátira mordaz, que haviam caracterizado As (suas) Farpas.
Iniciativas editoriais de grande envergadura

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«As Farpas. Obra Completa» de Ramalho Ortigão (5 volumes, 2.224 pp).
Reprodução integral, com atualização ortográfica e revisão do texto, da primeira edição d’As Farpas em livro, organizada pelo autor e publicada entre 1887 e 1890, e do volume intitulado Últimas Farpas, publicado em 1916.
Já sem o contributo de Eça de Queiroz, Ramalho Ortigão, de 1872 a 1883, assume a solo a responsabilidade pelos escritos que As Farpas, genial empreendimento cívico e literário, foram acolhendo.
Após a implantação da República, entre 1911 e 1914, Ramalho faria renascer a análise sábia e a crítica robusta, sempre pontilhadas pela sátira mordaz, que haviam caracterizado As (suas) Farpas.
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