Imagem simbólica de um começo, crescimento e morte. Um ciclo de vida que nos precede e perdura. Como seres individuais e sociais cumprimos, de igual modo, esse movimento: ligados à natureza, fazendo parte integrante dela e ela de cada um de nós. Então, porque se afastou o homem em geral, as crianças e os adolescentes, em particular, desse desígnio ancestral?
Assistimos de forma demasiado passiva ao abandono do interior, ao afastamento dos factores naturais que nos envolvem, promovemos de forma indirecta a progressiva a destruição de uma terra que, com facilidade, se torna paisagem queimada. Sensibilizar as gerações actuais para um retorno às raízes, ao essencial, cuidando cada vez mais e melhor dos seus jardins e promovendo locais de beleza é o objectivo central deste texto. Por último, para que nada de semelhante volte a acontecer, a árvore da vida é inteiramente dedicada a duas crianças que faleceram na tragédia de Pedrógão Grande, conjuntamente com seus pais e avós.











