Uma visão realista e compreensiva dos fundamentos e dos limites do labor científico.
O progresso da ciência obtém-se com total liberdade para imaginar conjecturas audaciosas, que não devem circunscrever-se obrigatoriamente aos limites do observado, com intuição e capacidade inventiva, com atrevimento e criatividade, e com a hipótese a preceder o facto.
Um novo tipo de falsificacionismo que nos conduz a uma nova abordagem aos programas de investigação científicos e a um novo critério de demarcação entre ciência e não-ciência.
“Com domínio das fontes e um pensamento bem equipado de talento crítico e originalidade, onde não falta ousadia intelectual, o Autor conduz-nos, de Francis Bacon a Karl Popper, entre muitos outros gigantes do conhecimento, pelos grandes problemas, cujas sucessivas tentativas de solução, nunca definitivamente fechadas, ajudam a explicar o universo contemporâneo das ciências…”
Viriato Soromenho-Marques | Excerto do Prefácio
O QUE É A CIÊNCIA? FALAR EM GENES EGOÍSTAS É FAZER CIÊNCIA? EM QUE CONSISTE A DESCOBERTA CIENTÍFICA E COMO SE DISTINGUE A PESQUISA CIENTIFICAMENTE RELEVANTE DO CHARLATANISMO? PODEMOS ATRIBUIR UM DIPLOMA DE CIENTIFICIDADE A TEORIAS NÃO-TESTÁVEIS, QUE PENETRAM NA ESFERA DO NÃO-OBSERVÁVEL?





