O Novo Paladino é um livro de iniciação a passos mínimos, mas com aspirações planisféricas. Trata-se de um conjunto de brevíssimas reflexões poéticas, tomando como ponto de partida (e também de chegada, quando não de puro trânsito) um lugar geográfico, ou talvez a fantasmática impressão de um lugar.
Desde a estepe pôntica às ilhas polinésias, desde o fulgor mediterrânico à lonjura da savana, desde a floresta equatorial aos fiordes do norte, são contemplados revérberos de todos os países do mundo, numa fixação caleidoscópica e deliberadamente errática.
Misto de recordação de viagens efectivas e de prospecção de deslumbramentos imaginários ou por acontecer, esta colecção de fugacidades pretende, todavia, celebrar o atributo comum e perene de que comungam todos os lugares, culturas e existências: a vocação para a beleza.































